
Fonte: Action Fluor Quebec
Movimento contra a fluoretação das águas de abastecimento.

De acordo com a pesquisa, realizada no campus da Unicamp em Piracicaba, a preparação do arroz e do feijão com água tratado com flúor faz com que os grãos absorvam o elemento químico. Durante o cozimento, os alimentos funcionariam como uma espécie de esponja para o flúor.
Os pesquisadores quantificaram a presença de flúor na saliva de quem come arroz com feijão: em média, cerca de quatro vezes maior do que a verificada em pessoas que não se alimentam da dupla. Segundo os cientistas, isso garante uma presença contínua de flúor na boca, protegendo os dentes das cáries.
Texto retirado do livro: "O Flúor e Outros Vilões da Humanidade"
O Flúor, desde que foi adicionado a água de consumo, passou a ter como opositores cientistas, dentistas, médicos e ecologistas, preocupados com os seus efeitos sistêmicos em plantas, animais e no Homem.
Seguem-se estudos recentes sobre o Flúor, demonstrando os efeitos maléficos causados por esse elemento, possivelmente o maior vilão de toda a historia do Homem.
“A fluoretação da água é um fenômeno peculiar americano. Ela começou quando o amianto revestia canos, chumbo era colocado na gasolina, PCB’s introduzidos em transformadores e o DDT era considerado como seguro e efetivo. Um a um esses produtos químicos foram sendo banidos, mas a fluoretação permaneceu intocada” (The absurdities of Water Fluoridation, Paul Connet, Ph.D., Novembro 2002).
Esse mesmo autor acrescenta que a fluoretação é anti-ética, porque não respeita o direito individual de uso, porque não se pode controlar a dose dada ao paciente, e porque ignora o fato de que algumas pessoas são mais vulneráveis aos efeitos tóxicos do que outras.
“fluoretação é um erro extremamente perigoso” (...) “Fluosilicicos nunca foram testados quanto a segurança em humanos e animais” (...) “Espantosamente os fluossilicicos são resíduos de industrias de fertilizantes e contém quantidades traço de contaminantes, tal como o Arsênico, mercúrio, Chumbo e outros” (Paul Beeber, presidente da Coligação de Oposição à Fluoretação do Estado de Nova York).
Com relação aos distúrbios orgânicos causados pelo flúor, pesquisas têm demonstrado que:
- os sintomas iniciais de fluorose Osteoarticular, são caracterizados por dores nas juntas, que é difícil de distinguir de artrite. De acordo com a revista de fluoretação “Chemical Engineering News”, pelo fato de que sintomas clínicos são semelhantes à artrite, as duas primeiras fases de Fluorose osteoarticular podem ser facilmente mal diagnosticadas (como artrite). Da mesma forma, a própria Organização Mundial de Saúde alerta que casos iniciais (de Fluorose osteoarticular) podem ser diagnosticados como reumatóides ou osteoartrite”.
É estimado que aproximadamente 40 milhões de americanos sofrem de artrite, do tipo mais comum, a osteoartrite.
Reforçando a campanha anti-fluor, Paul Connet, Ph.D., professor de Química da Universidade de St. Lawrense e Michael Connet publicaram, em Março de 2001, o artigo “50 reasons to Oppose Fluoridation” (50 razões para se opor a fluoretação), do qual extraímos alguns trechos:
Sendo cumulativo, somente 50% do Flúor ingerido diariamente é excretado pelos rins, o restante fica acumulado nos ossos, glândula pineal e outros tecidos.
O nível de flúor na água (1ppm) é 100 vezes mais alta que a normalmente encontrada no leite materno, que é de apenas 0,01 ppm.
O Flúor é mutagenico, causa dano cromossômico e altera a função dos espermatozóides, reduzindo assim a taxa de fertilidade. Ele forma complexos com grandes números de metais, inclusive os necessários ao organismo. Altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer.
Em 1995 o jornal norte-americano “Neurotoxicology and Teratology” publicou estudos mostrando que o Flúor acumulado no cérebro de ratos produziu déficit comportamental típico de agentes neurotóxicos. No estudo, o Flúor induz dano na região do hipocampo cerebral, área ligada a hiperatividade e déficits cognitivos.
Estudos chineses mostram baixa de Q.I. em crianças, associados a exposição ao Flúor (Li e colaboradores, 1995, Zhao e colaboradores, 1996 e Lu e colaboradores, 2000).
O Flúor acumula em ossos, tornando-os quebradiços e aumenta a taxa de fraturas de bacias em idosos. Dezenas de estudos de laboratórios têm demonstrado que o Flúor é mutagênico e que é uma substancia carcinogênica. Ratos tratados com Flúor tiveram um significativo aumento estatístico de câncer ósseo (osteosarcoma), o que não foi encontrado nos ratos controles.
Acumulando-se na glândula pineal, reduz a produção de melantonina, hormônio importante na indução do sono e cuja redução pode levar ao inicio precoce da puberdade.
“Anteriormente, no século XX, o Flúor era prescrito por um certo numero de médicos europeus para reduzir a atividade da glândula tireóide, para aqueles que sofriam de hipertireoidismo” (Merck Index, 1960, pg. 952, Waldbott e colaboradores, 1978, pg 163).
O Flúor é, portanto, um depressivo tireoidiano, podendo levar a hipotireoidismo e consequentemente a disturbios relacionados a ele, como depressões, fadiga, aumento de peso, dores musculares, aumento de colesterol e doenças cardíacas.
Uma das coisas mais incríveis do comportamento científico de nossa sociedade tecnológica é nunca perguntar se suas atitudes têm algo de ecológico. Por exemplo, porque usamos flúor na água que tomamos? É ecológico adicionar flúor nesta água? As pessoas que entendem que tudo que a modernidade oferece é bom, jamais permitem fazer tal indagação.
Usamos flúor para não ter cáries. E as cáries são, sem dúvida, uma grave calamidade publica. Sem dúvida.
Vejamos a seguinte história: Em março de 1974, o tenente Hiro Onoda emergiu das Filipinas após ter vivido uma existência precária e marginal por quase trinta anos. Onoda esteve esperando todo este tempo por uma ordem de seu superior direto para que se rendesse ao inimigo. Foi levado para casa e, em Tóquio, foi recebido como um herói. Após ser examinado pelos médicos, foi anunciado: nenhuma cárie! Sem flúor! E certamente, sem açúcar.
O problema é que a causa da cárie não é a falta de flúor. Suas causas são os equívocos alimentares, principalmente o uso de açúcar branco e o consumo de alimentos refinados, entrando neste grupo, naturalmente tudo que a sociedade de consumo normalmente não abdica oferecer para seus filhos: refrigerantes, guloseimas, e a maior parte dos alimentos que compramos nos supermercados. Para não enfrentar as opções perversas que constituem o cotidiano das pessoas no seu consumo mais habitual faze-se uma compensação: adicionamos flúor à água.
Passados alguns anos as coisas começam a ficar complicado para os defensores deste óbvio equívoco.
A Organização Mundial da Saúde revela que existem 2,7 milhões de pessoas na china com problemas esqueléticos devidos à fluorose (conjunto de sintomas provocadas pelo flúor no corpo humano) , enquanto na Índia, têm-se o incrível número de 66 milhões de pessoas sob o risco desta enfermidade.
Uma discussão muito apropriada é a proporcionada pelo Dr. Paul Connet no que diz respeito a fluoração das águas públicas. No seu ponto de vista este procedimento é um equivoco por inúmeros fatores. Alguns deles parecem muito relevantes. Seria um procedimento antiético, pois viola o direito individual de consentir ser medicado (já que o uso do flúor é um ato terapêutico), além do mais o poder público não consegue individualizar a dose e a resposta de cada cidadão que recebe esta substância, ignorando, por exemplo, que pode haver pessoas mais sensíveis aos efeitos tóxicos do flúor.
Também seria uma ação desnecessária: as crianças poderiam ter uma perfeita saúde dentária sem esta exposição, afinal de contas da ação local do flúor é suficiente para adequada proteção dentária. No ocidente europeu, a maioria das comunidades não adiciona este mineral a sua água. Seria uma atitude ineficiente, pois, entre outros argumentos, os piores dentes entre Americanos pertencem às vizinhanças pobres de cidade com fluoração há muitos anos. Na seqüência de adjetivos negativos o Dr. Connet ainda cita que é um procedimento desperdicioso pois somente uma pequena fração da substância ativa chega ao teórico alvo correto, já que a maioria do flúor da água só serve mesmo para aumentar a quantia de poluentes hídricos. Além de considerar também um procedimento injusto, promovido de forma não científica, e indefensável num debate público aberto, O Dr. Connet ainda relata que se trata de um procedimento perigoso pois pode estar relacionado á inúmeras enfermidades, se acumulando nos ossos deixando-os frágeis ou deformados, se acumulando na glândula pineal, prejudicando a produção de melatonina (importante regulador hormonal), incrementa de forma formidável a fluorose dentária (alteração de cor e resistência dentária), podendo ainda estar relacionado a outras situações graves como artrite e hipotireoidismo. As comunidades com água fluorada podem ter aumento de casos de infertilidade. Ha uma série de efeitos ligados ao sistema nervoso central (o flúor é reconhecido neurotóxico). O Conselho de Recursos Naturais do Canadá classifica o flúor como um bioacumudador persistente do meio ambiente (ou seja, um poluente).
O leite materno, alimento completo para o ser humano, como sabemos, tem quantias ínfimas de flúor (100 vezes menor que as doses na água). Isto não seria um indicador relevante?
Desafortunadamente, temos inúmeras fontes adicionais de flúor nos alimentos, incluindo os refrigerantes, os cereais industrializados, alimentos infantis, e toda a gama de alimentos que recebem água já previamente fluorada, além daqueles produtos alimentares cheio dos glamourizados suplementos nutricionais (vitaminas e sais minerais).
Perdemos a opção de não ingerir flúor. Aliás, uma das mágicas dos tempos modernos é que perdemos muitas opções, e cedemos nossa liberdade a uma ciência, cujos pesquisadores não tem feito nada além de consolidar as opções de consumo vigentes. Opções cada vez mais distantes da lógica da natureza. O homem continua na sua insana caminhada de fazer melhor que Deus. E errar, errar demais!
Extraído do livro "Sugar Blues", de Willian Dufky.
Contribuição: Nelson Busatta.
O referido projeto de lei é constituído por dois artigos, a saber:
“Art. 1º Fica revogada a Lei nº 6.050, de 24 de maio de 1974, que “dispõe sobre a fluoretação da água em sistemas de abastecimento quando existir estação de tratamento”.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.”
Em sua justificação, o autor afirma que:
“A fluoretação da água para abastecimento público, tornada obrigatória em vários países e até objeto de campanhas por órgãos internacionais de saúde pública, é fruto de um equívoco científico.
“A prevenção da cárie dentária foi o pretexto para iniciar-se a adição de cloro na água destinada ao consumo humano. Tal fato teve origem ainda no final do século XIX, quando foi observada a baixíssima incidência de cáries em populações de localidades britânicas onde a água continha, naturalmente, flúor.
“Posteriormente, constatou-se que a ingestão elevada dessa substância provocava fluorose, doença óssea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e estrias escuras nos dentes. Além dos efeitos estéticos, a fluorose torna os dentes porosos e quebradiços. Pesquisas levaram à conclusão de que a dosagem ótima de flúor na água seria da ordem de 0,7ppm a 1ppm (ppm é a abreviatura de partes por milhão) e que o flúor só era eficaz como preventivo contra as cáries se ingerido na fase de crescimento ósseo-dentário das pessoas.
“A adição de flúor à água utilizada para consumo humano passou, a partir do final da década de 1960, a ser considerada como uma verdadeira panacéia, que iria livrar as pessoas das cáries dentárias. Campanhas foram promovidas e programas instituídos, inclusive pela Organização Mundial da Saúde e pelo nosso Ministério da Saúde.
“No Brasil, as campanhas de prevenção da cárie dentária mediante a ingestão, pelas pessoas, de uma quantidade mínima diária de flúor, culminou com o estabelecimento, pela Lei nº 6.050, de 24 de maio de 1974, da obrigatoriedade de que, nas estações de tratamento de água destinada ao abastecimento público, fosse adicionado flúor à água. É esta lei que estamos propondo revogar.
“A partir de estudos científicos aprofundados e de inúmeros fatos verificados entre as populações que consomem água fluoretada, constatou-se que, ao contrário do que se supunha, a fluoretação provoca muito mais males que benefícios à saúde pública, ao promover a ingestão excessiva e indiscriminada de flúor.
“Um dos problemas mais sérios da fluoretação da água para abastecimento público é a imprecisão quanto à dosagem dessa substância. Como o flúor é aplicado normalmente sob a forma de sais de difícil solubilidade, em geral o fluorsilicato de sódio, a sua concentração na água varia enormemente. Pesquisas realizadas pela Dra. Marília Afonso Rabelo Buzalaf, da Faculdade de Odontologia de Bauru, no Estado de São Paulo, no sistema de distribuição de água daquela cidade, mostraram enormes variações nas concentrações de flúor da água, que, em geral eram muito inferiores à recomendada e, algumas vezes, muito superiores, atingindo até 9ppm (nove vezes o máximo recomendado). As concentrações muito baixas fazem a fluoretação ineficaz, enquanto que aquelas muito elevadas sujeitam os consumidores da água à ação tóxica do flúor.
“A água fluoretada é um problema também quando utilizada no preparo caseiro de alimentos e na indústria alimentícia. Isto porque a maior parte da água empregada no cozimento de alimentos e em processos industriais é evaporada, deixando os sais de flúor como resíduo. Esse fato ocorre com inúmeros produtos utilizados na alimentação infantil, como achocolatados, cereais matinais e vários tipos de bolachas, nos quais têm-se encontrado teores de flúor bem acima dos limites considerados aceitáveis para a saúde humana. O mesmo ocorre, é claro, com os alimentos preparados em casa, cozidos em água fluoretada.
“A fluorose é a principal doença causada pela ingestão excessiva de flúor. Além dos problemas dentários que já citamos, ela provoca perda de cálcio dos ossos e envelhecimento precoce das pessoas. Tais efeitos foram amplamente comprovados no Estado de Rajasthan, na Índia, onde águas de poços utilizados para o abastecimento de vários povoados contêm elevados teores de flúor. Nas populações desses povoados, segundo o Centro de Pesquisa sobre Fluorose e Desenvolvimento Rural de Nova Délhi, vêem-se claramente os efeitos nocivos do flúor, consistindo a fluorose em um sério problema de saúde pública.
“Nos Estados Unidos, o Dr. William Marcus, toxicologista da Environmental Protection Agency - EPA - a agência ambiental federal daquele país, detectou estreita correlação entre o crescimento dos casos de um tipo de câncer ósseo, o osteossarcoma, e a ingestão de flúor. Outro estudo, realizado no estado de Nova Jersey, comparou a incidência desse tipo de câncer em vários municípios, concluindo que era maior onde era feita a fluoretação. Esse tipo de câncer atinge, principalmente, rapazes com menos de vinte anos de idade.
"Além dos riscos que a ingestão excessiva de flúor acarreta à saúde das pessoas, a fluoretação da água utilizada para abastecimento público é economicamente injustificável, pois apenas uma pequena parcela dela é ingerida. A maior parte é utilizada para higiene, lavagem de pisos e roupas, atividades de serviços e na pequena indústria difusa no meio urbano. É muito mais razoável e racional, sob todos os pontos de vista, que a administração do flúor como preventivo da cárie dentária seja feita de forma controlada, por profissionais habilitados, nas épocas certas, na forma e na quantidade cientificamente recomendadas.
“Estas são, em resumo, as razões que nos levaram à presente iniciativa, que propõe a revogação da Lei nº 6.050, de 24 de maio de 1974, para cuja tramitação, aperfeiçoamento e aprovação contamos com o apoio dos ilustres membros do Congresso Nacional.”
| Autor: | Carlos Souza - PP /AM |
Ementa: Revoga a Lei nº 6.050, de 24 de maio de 1974, que "dispõe sobre a fluoretação da água em sistemas de abastecimento quando existir estação de tratamento".
Indexação: Revogação, Lei de Fluoretação da Água, acréscimo, fluor, sistema de abastecimento, abastecimento de água.
Despacho: